No dia nove de abril, realizou-se uma visita de estudo/aula de campo ao Oceanário de Lisboa, na qual todas as turmas do sétimo ano estiveram presentes, acompanhadas por professoras e auxiliares. A partida realizou-se por volta das seis horas da manhã e a chegada às onze horas da noite.

O dia esteve ensolarado e com temperatura amena. Todos os alunos estavam bastante entusiasmados com a ideia de irem a Lisboa, pois consideram as visitas de estudo bastante importantes pelo motivo de promoverem a interligação entre a parte teórica e a parte prática, entre o contexto escolar e a realidade atual do país.

Durante a parte da manhã, os alunos fizeram uma visita ao Oceanário de Lisboa podendo ser acompanhados por biólogos específicos da área marinha. Foi com certeza memorável!

Ao longo da tarde luminosa de Lisboa os alunos visitaram o Parque Eduardo VII, onde ficaram a apreciar a vista e visitaram o monumento ao 25 de Abril.

De volta à camioneta, os alunos partiram para o Jardim da Praça do Império onde fizeram uma última refeição em terras lisboetas, com vista para o Mosteiro dos Jerónimos, para o Padrão dos Descobrimentos e com o rio Tejo por horizonte.

Sem dúvida, a viagem foi muito boa e gratificante para os alunos, pois são atividades divertidas que reforçam que a escola não é só ter conhecimentos e fazer testes!

 

Leonor Sousa e Renato Oliveira 7ºA

 

 

 
 
 

O cheiro a terra e a verdura, cavando e plantando... foram momentos inesquecíveis, certamente!

 

A professora Jacinta Braga.

 

 
 
 

O Agrupamento de Escolas de São Pedro da Cova iniciou as suas atividades comemorativas dos 50 anos do 25 de abril!
O Projeto MuDança realiza o evento “Dança pela Liberdade”, onde se procura proporcionar uma experiência enriquecedora e reflexiva, convidando toda a comunidade escolar a explorar e expressar diferentes visões sobre o conceito de “liberdade”, através da dança e da criatividade!

Neste evento participam:
- 45 alunos do Projeto Mudança dos 2ºs e 3ºs ciclos;
- 34 alunos do Projeto Mudança de Vila Verde;
- 2 ex-alunos convidados do Mudança.


Apareçam!

Professora Natércia Romano
Grupo MuDança

 

 

PROVAS DE AFERIÇÃO E PROVAS FINAIS DO ENSINO BÁSICO

 

  • Provas Finais do 9.º ano realizam-se este ano letivo, excecionalmente, em formato papel para garantir equidade a todos os alunos
  • Governo anterior não assegurou às escolas as condições necessárias para a realização das Provas Finais em formato digital, tal como previsto
  • Provas de Aferição continuam a ser realizadas em formato digital, reafirmando o compromisso do atual Governo com a transição digital


A equipa governativa do Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI) reuniu esta segunda-feira com o Conselho das Escolas, a Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP) e a Associação Nacional de Dirigentes Escolares (ANDE), no sentido de avaliar as condições existentes nas escolas para a realização das Provas de Aferição e das Provas Finais do 9.º ano em formato digital. Medida que tinha sido prevista para o atual ano letivo pelo Governo anterior. Nessas reuniões, a equipa governativa do MECI foi informada da posição dos diretores escolares sobre a grave falta de garantias de equidade para os alunos, sendo esta particularmente preocupante para a realização das Provas Finais do 9.º ano, que têm efeitos na avaliação final.

 

O Ministro da Educação, Ciência e Inovação consultou sobre o mesmo assunto os serviços relevantes do MECI, nomeadamente Instituto de Avaliação Educativa (IAVE), Júri Nacional de Exames (JNE), Direção Geral dos Estabelecimentos Escolares (DGEstE) e Editorial do Ministério da Educação e Ciência (EMEC). Os dados fornecidos pela DGEstE mostram graves falhas na disponibilização de equipamentos informáticos, na sua manutenção e na conectividade das escolas para que estas possam garantir que todos os alunos poderão realizar as avaliações em igualdade de oportunidades neste ano letivo. À data presente, a DGEstE informou que 13.639 alunos do 9.º ano não receberam o Kit digital (portátil, pen de dados e acessórios).
Apesar dos curtos prazos, de acordo com o IAVE, o JNE e a EMEC, será, num quadro exigente e de exceção, viável reunir as condições necessárias para realizar as Provas Finais do 9.º ano em formato de papel, em vez de em formato digital.
Após reflexão e tendo em conta o superior interesse dos alunos, o MECI decidiu manter as Provas de Aferição em formato digital, como previsto. Em relação às Provas Finais do 9.º ano, o MECI decidiu pela sua realização em papel, de forma excecional, neste ano letivo. A decisão suportou-se em três principais critérios:

 

O Ministério defende firmemente a autonomia das escolas e, como tal, confia nos seus diretores e na avaliação destes sobre a ausência de condições adequadas para a realização das Provas Finais em formato digital no presente ano letivo.
O MECI definiu o princípio da equidade como eixo prioritário da sua política educativa. Na realização de Provas Finais, com impacto na avaliação e percurso escolar dos alunos, é absolutamente essencial garantir que todos alunos realizam as avaliações em condições de equidade. Nas atuais condições, o MECI não pode ignorar os riscos de penalização dos alunos de contextos mais desfavorecidos — o que seria inaceitável e contrário a este eixo prioritário da política pública educativa do Governo.
O Governo acredita na importância da avaliação como ferramenta imprescindível de diagnóstico, monitorização e melhoria contínua do sistema educativo, sabendo que o seu valor e a credibilidade da avaliação dependem de uma aplicação em contexto de serenidade, previsibilidade e ausência de perturbações externas que prejudiquem o desempenho dos alunos.

 

O MECI reafirma o seu compromisso com a transição digital e a importância de formar os nossos alunos para as competências digitais, indispensáveis para os desafios sociais e profissionais no século XXI. A importância da transição digital para os alunos e para o desenvolvimento do País justifica a manutenção das Provas de Aferição em formato digital. Esta opção permitirá aferir o conhecimento dos alunos, assim como avaliar as condições técnicas das escolas para a realização das provas em formato digital, tal como as competências dos alunos neste domínio.
O Ministério reforça que a solução encontrada para o atual ano letivo é transitória e excecional e irá apresentar, no âmbito da preparação do próximo ano letivo, em articulação com as escolas e as autarquias, um conjunto de medidas para que todos os alunos tenham oportunidades para, em tempo, se familiarizarem com as tecnologias e desenvolverem as capacidades necessárias para a realização das suas avaliações em formato digital.

 

Além da transição digital ser um desígnio do País, salientam-se também os compromissos assumidos no âmbito do PRR para a realização das provas em formato digital, que devem ser concretizados no ano de 2025, permitindo assim a realização das provas em formato digital no próximo ano letivo.
O MECI lamenta que a falta de planeamento do anterior Governo tenha gerado uma situação de indefinição sobre a avaliação dos alunos. Inevitavelmente, esta indefinição colocou alunos, famílias, professores e diretores numa situação de incerteza, interferindo no bom ambiente escolar num momento crucial do ano letivo.

 

 


Lisboa, 11 de abril de 2024

 

 

 

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