Page 7 - Newsletter - Giz Negro - janeiro 2026
P. 7
janeiro 2026
O ELFO INESPERADO
O elfo inesperado
Uma história de Natal
Certo dia do mês de dezembro, um ser chamado Malévolo, acompanhado do
seu pequeno exército, invadiu a cidade do Pai Natal, no Polo Norte, para se
apoderar de todas as prendas e do trenó mágico que as distribui.
Uma criança, que era ajudante do Pai Natal, apercebeu-se do que estava a
acontecer, enquanto contemplava as renas debaixo dos pequenos flocos de neve
que caíam suavemente. De imediato, meteu-as no estábulo e pegou no seu vira-
tempo mágico. Este permitiu-lhe viajar rapidamente até à cabana do Pai Natal e
avisá-lo do perigo que corria.
Entretanto, as renas pegaram nos seus baldes, que possuem poderes
extraordinários, e congelaram os soldados invasores. Faltava apenas neutralizar o
seu chefe, o Malévolo que já se encontrava a caminho da cabana do Pai Natal. O
seu grande objetivo era mesmo impedir a distribuição dos presentes.
Quando lá chegou, já o Pai Natal o esperava com uma estratégia de defesa
invencível: o espírito natalício contagiante. Foi impossível ao Malévolo vencê-lo.
Teve de reconhecer a sua derrota e finalmente compreender a razão do seu ódio
ao Natal. Na infância, em sua casa, nunca se festejava esta época o que o fazia
sentir-se infeliz e diferente das outras crianças.
Com toda esta agitação houve distribuição de prendas?
Claro que sim! Havia que exceder a velocidade do trenó, mas com o Benévolo
(o novo nome do Malévolo) como ajudante do Pai Natal, todas as crianças do
mundo receberam os seus presentes a tempo e horas.
E a criança? Depois do agradecimento do Pai Natal, sentiu as suas orelhas
crescerem e ficarem pontiagudas. E assim se tornou um elfo, concretizando o seu
sonho.
André Silva, 6ºD
SABIAS QUE?
Os elfos têm origem no folclore nórdico,
germânico e celta. Originalmente, eram
seres poderosos e mágicos associados à
natureza, podendo ser benevolentes,
traquinas ou malévolos.
Na Escandinávia acredita-se que os
duendes Tomte e Nisse protegem quintas
e casas, garantindo prosperidade.
Aldeia do Pai Natal, 6ºA
07 / 12

