Page 12 - Magazine - Giz Negro - Especial Reportagem Fotográfica - Março 2026
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março 2026
“COM QUATRO PEDRAS NA MÃO”
DUAS VERSÕES DE TEXTO BASEADO NO PROVÉRBIO
“COM QUATRO PEDRAS NA MÃO”
VERSÃO DO 7.º A
Era uma vez uma família constituída pelo pai, mãe e dois irmãos. Os pais
eram calmos, compreensivos e sensatos. O irmão mais velho era rebelde,
impaciente e impulsivo. Já o irmão mais novo era meigo, sensível,
responsável e obediente.
Num sábado, o irmão mais velho avisou os pais de que ia sair com os amigos.
Os pais, olhando um para o outro, perguntaram:
– Já fizeste os T.P.C. e estudaste para o teste de Português?
– Mas vocês já tinham deixado! – reclamou o filho.
Eles explicaram-lhe que, como ainda não tinha cumprido as suas tarefas, o
rapaz não podia sair.
O adolescente, levantando a voz, afirmou:
– Vou e vou mesmo!
A mãe aconselhou:
– Filho, podes acalmar-te um pouco, por favor?
– Vocês não mandam em mim! – respondeu, irritado.
Calmamente, o pai esclareceu:
– Sabes que isso não é verdade. Já realizaste as tuas tarefas?
– Agora vou sair e, quando chegar, estudo. E ponto final! – retorquiu o miúdo.
O irmão mais novo, chorando, tentou:
– Porque falas “com quatro pedras na mão” aos pais?
O irmão mais velho gritou:
– Alguém te chamou para a conversa? Cala-te e sai daqui, ó pirralho!
Os pais, com assertividade, elucidaram-no de que não devia falar daquele
modo com o irmão e concluíram:
– Se tivesses falado educadamente, nós poderíamos pensar no teu caso. Já
que te armaste em esperto, não vais.
Percebendo que não iria conseguir o que queria, o menino foi para o quarto,
estudou e, por fim, pediu desculpa aos pais e ao irmão.
Conclusão: Quando se fala “com quatro pedras na mão”, o resultado nunca é
positivo.
Texto elaborado pelo 7.º A
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